domingo, 2 de dezembro de 2012

Porão Sertanejo contra às drogas


A estrutura de som da casa noturna Porão Sertanejo, está presente  nos maiores e mais importantes eventos promovidos em Piratini. Promotores de atividades ao ar livre, sociais, esportivas, políticas e rurais, contratam o DJ Paulinho para animar ou sonorizar promoções realizadas na cidade e interior.

No 4º Remate Potros da Capital, acontecido ontem na Associação Rural de Piratini, o Porão novamente  foi o responsável pela sonorização.
Chamou à atenção a camiseta usada pelo DJ, que traz uma mensagem de repúdio ao uso de drogas ilícitas.
A campanha deve se espalhar através dos frequentadores, já que as camisetas são sorteadas aos fins de semana, durantes as festas promovidas no loca usadas também pela equipe de seguranças. Um bom exemplo no combate à drogadição e que podeira ser seguido por empresários de outros ramos da cidade.

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Funcionalidade premiada na 1ª Capital


Imaguare e Daniel venceram a prova
O 4º Remate Potros da Capital, evento cujos os números referentes às vendas você vai conhecer na edição desta segunda-feira de Eu Falei, teve início na noite de ontem com a entrega da premiação aos melhores que correram a prova de funcionalidade na quinta-feira, no primeiro dia da Credenciadora de Inéditos na Associação Rural de Piratini.
Antes dos 42 lotes aspirantes à competição do ano que vem irem à pista, os proprietários da Marca Remates, organizadora da prova e remate, realizou a entrega da premiação aos vencedores.
Com média 71 na funcional, que reúne as provas de andadura, figura, volta sobre patas, esbarrada e paleteada, Danilo Souza, montando o cavalo Trocado do Rodeio do Espinilho, de propriedade da Cabanha Santa Silvana, recebeu das mãos do presidente do NCCC Piratini, Frutuoso Araújo, o cheque de R$ 750,00.
Pelo 2º lugar, Luciano ganhou mil reais
Bolero da Cascata e o ginete Luciano Rodrigues, fizeram um bom trabalho e com média 78,5 e deram à Cabanha Costinha, o vice – campeonato da prova. O prêmio de mil reais foi entregue pelo gerente Gerson, do Banco do Brasil.
O ginete Daniel Ortiz, divertiu o público ao não mostrar a mesma habilidade que lhe rendeu o título montando Candeeiro do Imaguare, com o prêmio pelo título obtido ao somar 103 pontos na funcional. Daniel tentou por três vezes domar a moto zero, deixando a duas rodas apagar em todas, sendo ele o momento de descontração do remate, tudo isso na presença do patrão, Kerlon Farias, que também tentou, sem sucesso, acionar o motor da moto. Pelo desempenho de seu ginete, Kérlon  não deve autorizar que ela substitua o cavalo na lida diária campeira na Cabanha Imaguare.
Entrega da moto foi o momento de descontração





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Poderia, mas não vou fazer ...



                                                                                               Paulo Eduardo Dias Taddei
Voltando a este Blog, com muita satisfação, após um período de afastamento por causa de inúmeras atribuições, em primeiro lugar peço desculpas ao Nael e a todos e todas que ainda lêem o que escrevo, por esta ausência.
Hoje eu poderia falar sobre o Natal, mas não vou fazê-lo, porque minha leitura do Natal, e de sua origem, é diferente da leitura dominante. É uma temática que envolve fé, daí minha decisão em não escrever sobre o Natal.
Poderia falar sobre o STF e o julgamento do mensalão, mas jamais chamaria qualquer dos ministros de “heróis”, como vi ontem em uma revista semanal de um amigo, porque não há heroísmo no cumprimento cotidiano de nossas atribuições, mas o simples exercício de um dever legal. Respeito, claro, o trabalho realizado, reconhecendo que talvez tenha sido o julgamento mais demorado e mais complexo da história do Brasil. Nada mais!
Poderia também elogiar o Ministro Barbosa por não ter acolhido o pedido de prisão imediata dos condenados, mas não vou fazê-lo porque, em tese, a decisão não poderia ter sido outra, uma vez que os recursos dos condenados não transitaram em julgado. Posso, como alguém que trabalha diuturnamente com o Direito, há 28 anos, manifestar minha perplexidade com o pedido inusitado de prisão imediata dos condenados, em tese, sem base legal e/ou justa causa.
Poderia, também, fazer uma breve retrospectiva do ano de 2012, mas não vou fazê-lo, por falta de espaço e por preguiça mental, após um ano positivo, mas de muita correria em razão do número de atividades que, com muita alegria, desenvolvo atualmente.
Poderia, poderia, poderia ... mil coisas ... mas vou falar de minha esperança nas possibilidades de construção de um mundo melhor. Acredito nisso, até mesmo por “vocação ontológica”. Imagine se acreditasse, por exemplo, que pobreza e riqueza são situações fatais, imutáveis, que fazem parte da “natureza humana”, e que decorrem de um “decreto divino” de natureza irrevogável? Imaginem se acreditasse que as pessoas são boas ou más por natureza, como se bondade ou maldade fosse alguma coisa pronta e acabada em nós, e não uma construção histórica, no âmbito de nossas relações com os outros e com a natureza? 
Dois sentimentos se complementam e se excluem, simultaneamente, quando penso no ser humano: decepção e esperança. Decepção, quando vejo diariamente situações concretas de exploração do ser humano pelo ser humano e a “normalização” disso como algo natural e imutável. Esperança, quando vejo “guerreiros” e “guerreiras” do cotidiano, anônimos ou não, lutando para a construção de um mundo mais justo, igual e solidário, ainda que em prejuízo de suas vidas pessoais e familiares.
É necessário deixar bem claro que tudo o que existe é construído na história, pelos homens e mulheres, ou seja, nada vem do céu como castigo ou recompensa. O “castigo” e a “recompensa” são, tão-somente, efeitos de nossa práxis na história. 
A partir do momento em que começarmos a ter este entendimento passaremos a perceber que não é normal a exploração entre os seres humanos; começaremos a entender que se construímos o “mal”, poderemos, por outro lado, construir o “bem”; se construímos a exploração, poderemos construir a solidariedade, em uma sociedade de classes sociais, marcada pela opressão, pela exclusão, pelo autoritarismo, pela alienação, enfim, por inúmeras práticas incompatíveis com a emancipação humana.
E ainda existem pessoas contra os direitos humanos ...

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sábado, 1 de dezembro de 2012

Um coquetel Campeiro pra fechar o Potros


Vitão, à direita, vai assar 200 quilos de linguiça
Pão, linguiça assada e whisk. 
A mistura pode parecer um tanto explosiva e até, estranha para quem não frequenta eventos ligados à raça crioula, mas, entre aqueles quem criam, apreciam e trabalham com ela, será a forma ideal e nada incomum de fechar a 4ª edição do Remate Potros da Capital, evento que ocorre paralelo a Credenciadora de Inéditos, válida para o Freio de Ouro na Expointer.

O remate ocorrerá em algumas horas nas dependências da Associação Rural, onde as atividades acontecem, mas antes, a confraternização deve consumir cerca de duzentos quilos de linguiça que serão assados para os convidados pelo vice- prefeito de Piratini, Vitor Ivan Rodrigues. Tanto petisco será 
servido com  22 litros do destilado.
Carne foi assada em clima de descontração

Antes de a carne ir pra a brasa, os responsáveis pelos animais dão o trato final nos que vão à pista para leilão , onde 33 potrancas e potrancos, e 09 éguas com cria, 
estarão sob o martelo do leiloeiro André Crespo.
Se destacam entre os mais vistosos, a égua Arapuca da Cascata, da Estância Costinha , propriedade de Air Gonzales, que batiza a sede do Núcleo de Criadores de Cavalos Crioulos de Piratini, NCCCP, situado na rural.


Arapuca pode ser vendida por até 10 mil reais
Seu preço para venda deve partir de cinco mil reais e o proprietário acredita que poderá chegar ao dobro no remate. Mas Arapuca já ganhou destaque por ter participado, decisão de última hora, da exposição da raça, acontecida ontem, quando ficou com o segundo lugar e o título de Reservada Campeã Menor.
- Ela entrou a pedido dos promotores pra completar o número de animais suficientes e acabou levando um dos títulos. Não há inscrevemos com esta finalidade, pois a preparação para exposição é diferenciada, mas acabou ganhando- explica Sérgio Soares, funcionário da estância.
Arapuca é 80%  BT, Bastos de Telechea, raça super campeã e originária de Uruguaiana sinônimo de cavalo crioulo no Rio Grande do Sul. Seu pai é BT Gracias Viejo e sua mãe Baleada da Cascata.






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CONTOS INFANTIS PARA ADULTOS (ou “A MORTE DA INFÂNCIA”)




“Tudo o que dorme é criança de novo. Talvez porque no sono não se possa fazer mal, e se não dá conta da vida, o maior criminoso, o mais fechado egoísta é sagrado, por uma magia natural, enquanto dorme. Entre matar quem dorme e matar uma criança não conheço diferença que se sinta.”
          (Fernando Pessoa, Poeta Português, 1888-1935)

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Para muitos habitantes deste planeta o vizinho Natal será sem presentes. Para uns, como sempre foi. Para outros, sem presentes e sem presenças como os parentes das crianças assassinadas recentemente em uma escola da costa leste dos Estados Unidos da América.   
A infância é o recreio e o estágio de uma vivência que se pretende chegar à idade adulta e à conquista de uma velhice sábia, tranquila, rica de experiências.
Escola é palavra associada a crianças, cheiro de caderno novo, merenda nutritiva e saborosa, espaço de aprendizado para o mundo além de suas paredes, para a realidade onde os insanos permeiam a sociedade e a ferem com ódios e vinganças perfurantes de dor e morte.
Os contos infantis são, de fato, muito necessários. Suas  narrativas fantasiosas ensinam que o bem e o mal existem e que “viver é perigoso” como ensinou o genial escritor brasileiro Guimarães Rosas.
- Por que crescemos, ouvindo essas estórias, e, quando adultos, desprezamos os cuidados que devemos ter com os monstros e malfeitores reais? 
- Por que, depois de grandes, cegamos nossos ouvidos e olhos à doença espiritual que pode estar a afetar um vizinho nosso, um parente, um colega de nossos filhos? 
- Por que, depois de crescidos, esquecemos de ser solidários com doentes a exemplo de Wellington Menezes de Oliveira que em abril de 2011 realizou semelhante chacina com crianças e adolescentes numa escola no Rio de Janeiro, e, que no entanto, era tido como bom aluno, apesar do bullying que  sofria de alguns colegas, e dos sinais de loucura que aparentava como buscar assemelhar-se ao guerrilheiro Bin Laden?
O assassino das crianças nos Estados Unidos cometeu suicídio após concluir a horrível missão de exterminar vidas que recém desenhavam sua trajetória neste mundo que, apesar de tantos avanços científicos, carece do maior e mais caro presente em todos os Natais: a PAZ UNIVERSAL.

Piratini, 15 de dezembro de 2012.


JUAREZ MACHADO DE FARIAS
   Advogado. Radialista.
Contato: juarez.piratini@yahoo.com.br

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